CásperEGO e o Horário de Verão
Parece que nem todos já se adaptaram ao horário de verão. Uma pulguinha me contou que, ontem, por volta das 8:40h da manhã, chega um professor – muito famoso no universo casperiano - muito calmo, tranquilo e sorridente. Às nove horas, o dito docente deixa a sala dos professores, olha para seus alunos, que já o aguardavam há uma hora, e diz: “Oito horas, vamos entrar pessoal?”. É o novo horário traindo até as lendas do jornalismo!
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The Casperialist

Cásper, Pequena Cupcake, São Paulo
Cabelo novo + camisa xadrez + o anel mais legal do 5º andar.

São Paulo, Alice
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CásperEGO

Bóris e seus "ajudantes"
Enquanto Bóris se esforçava planejando mais um evento tradicional, sua assessoria não parecia tão preocupada quanto o mito.
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The Casperialist
Idealizado por Ana Luiza Ribeiro e Stéphanie Concistré
Como estudantes da melhor faculdade de jornalismo que se tem notícia, é preciso acompanhar os rumos do new new journalism. E também mostrar que nossos queridos companheiros de corredor também têm estilo. É por isso que nesse momento criamos o THE CASPERIALIST.
Para aqueles que, assim como o Obama, vivem em uma caverna, iremos explicar brevemente o nome. Um dia, um moço feio resolveu fotografar pessoas bem vestidas, ou pelo menos com estilo próprio, e colocar tudo em um blog tão feio quanto ele, que chama The Sartorialist. Deus sabe porquê, isso ficou famoso, virou livro e o moço viaja o mundo fotografando as pessoas. Fazendo uma analogia bem simples, criamos o The Casperialist.

Na Cásper, Sr. Uribe, São Paulo
Percebam a inovação no guarda-chuva de bolinhas lilás ornando com o casaco laranja.
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CásperEGO
por Ana Luiza Ribeiro, Stéphanie Concistré e Débora Centoamore
É com muito orgulho que O Bagulho inicia mais um quadro de muito sucesso: CásperEGO. Aposto que você sempre quis saber o que os casperianos fazem no seu dia a dia: onde estão, com quem andam, como ocupam suas horas vagas, o que fazem pelos corredores da faculdade em vez de ver aula… Pois é aqui que você vai encontrar os maiores flagras de nossos paparazzi sobre todas as celebridades da Av. Paulista, 900.

Workaholic?
Isabella D’Ercole foi flagrada ontem almoçando no Mc Donalds com seus amigos e falando no celular ao mesmo tempo.

Dia de chuva
Rafael Lacera reclamava da chuva em frente ao prédio da Gazeta enquanto sua namorada, Isabella Ayub, ligava para sua mãe buscá-los.

Sexta feira sem aula
A turma de amigos foi vista matando aula em um cruzamento na Av. Paulista. Mas que malandrinhos, hein…
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Enquanto isso…
Enquanto isso em uma aula de Realidade Socioecômica qualquer…

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Construindo um gênio
A professora da matéria é a gatissíma brilhante Mônica Brincalepe. Ela não deixa escapar em seus apaixonados discursos sobre os contextos históricos, sociais, religiosos e paranormais, absolutamente nenhum detalhe que esteja por trás das composições.
Ao esmiuçar Alegria, Alegria de Caetano Velososo, Domingo no Parque de Gilberto Gil e dos Mutantes, Disparada de Geraldo Vandré e até mesmo A Banda, daquele que é e será o eterno sex symbol de nossa professora: Chico Buarque (uma espécie de Justin Timberlake da década de 70).
Jamais duvidando da genialidade dos seres citados acima, todavia raciocinando um pouco sobre o que era dito, ficou claro que construir um gênio é muito mais fácil do que se imagina! Por um instante fiquei seriamente tentado às Relações Públicas após imaginas a seguinte cena:
2040
Fundação Cásper Líbero – São Paulo
Aula do Segundo ano de jornalismo
Professora entra na sala de aula e anuncia o tema da aula: Música Popular Brasileira
“Bem pessoal, hoje nós iremos estudar uma banda que no início dos anos 2000 fizeram uma crítica social muito fantástica à sociedade. Trata-se do Bonde do Tigrão. Primeiro quem é Leonardo Dionísio? Leonardo Dionísio é um jovem que cresce num favela carioca, e logo após ter um contato analítico de sua realidade, vai fazer uma crítica a forma como a sociedade se põe diante sistema. Para isso ele vai chamar alguns amigos e eles vão formar o Bonde do Tigrão. Na época, eles foram rechaçados pelos intelectuias, justamente por estes não entenderem esse nova proposta estética de construção do discurso político.
Pra vocês entenderem melhor o que eu estou dizendo vamos analisar o seguinte trecho de uma de suas canções:
Vem, vem
Tchutchuca
Vem aqui pro seu Tigrão
Vou te jogar na cama
E te dar muita pressão!
Vem
Tchutchuca
Vem
Quem é a Tchucthuca da letra, turma? Isso, é a sociedade. Neste trecho nós vemos uma sociedade prostrada ao sistema, que na canção é representada pela figura do grande Tigre. Na cama, a gente pode perceber um novo tempo de subversão. Isso se confirma logo após, onde o sistema diz pra Tchutchuca (que no caso é a sociedade) que a jogará neste novo tempo de muita pressão. Quando ele diz “dar muito carinho”, dá pra perceber claramente um tom irônico em forte crítica a conjutura política dá época.

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O Bagulho Entrevista
por João Vitor Mazini
Depois de algum tempo sem trazer novas entrevistas para seus leitores, a ociosa incansável equipe d’O Bagulho se redime trazendo aos seus leitores e expectadores uma furo de reportagem.
Isso mesmo. Depois de dois meses tentando contato, O Bagulho finalmente consegue entrevistar aquele que é no momento o motivo maior das preocupações dos estudantes de jornalismo do Brasil.
Nesta conversa ele abre seu coração, faz revelações bombásticas e ainda deixa um recado encorajador para os universitários. Não perca de jeito nenhum, mané!
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Baladinha literária
Por Cauê Fabiano
No dia 11 de setembro rasgue o seu ingresso da balada, desmarque o seu barzinho, invente uma boa desculpa ou peça demissão. O Bagulho estará nos holofotes. Tá, não exatamente; acontecerá nessa data o lançamento do livro “Teoria da Comunicação: Ideias, conceitos e métodos”, obra do professor Luis Mauro pela Editora Vozes.

Será a descoberta do grande mistério que envolve nosso querido professor, nosso cafofo virtual O Bagulho e nosso vizinho Jobloquinho. O grande evento acontecerá na Livraria Cultura, localizada no Conjunto Nacional, das 18:30 às 21:30. Para leitores não-casperianos, o endereço: Avenida Paulista, 2073.
Leve amiguinhos, mamãe, papai, seu chefe, sua redação… Vamos fazer volume (e potencialmente tumulto) para prestigiar o surgimento desse novo elemento que estará provavelmente presente na bibliografia dos próximos segundo-anistas.
Parabéns, professor!
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O Bagulho Procura
por Ana Luiza Ribeiro
O programa humorístico/jornalístico/sucesso do momento da TV CQC lançou, recentemente, um concurso com o objetivo de encontrar o oitavo integrante perfeito para sua equipe. Não atrás disso, nós d’O Bagulho – mais especificamente, Stéphanie Concistré, João Vitor Mazini e eu mesma que vos escrevo - resolvemos seguir o mesmo esquema (sem plagiar, claro) e buscar um quarto integrante perfeito para nosso grupo!
Mas, antes de tudo, devo esclarecer. Não é um quarto integrante para O Bagulho em si. É, na verdade, para nossos trabalhos de faculdade. O problema é o seguinte: nós somos um trio. E a maioria dos trabalhos que temos para fazer ou é para ser realizado em duplas ou em grupos de quatro ou mais pessoas. Isso dificulta um pouco o processo, sabe? E não é fácil encontrar um quarto integrante para nossa vida acadêmica porque… bom, não sabemos o porquê, mas é difícil e até agora não encontramos.
Se você quer ser, então, nosso amigo colega de trabalhos da faculdade, leia atentamente as instruções abaixo e envie suas respostas, com nome, idade e foto de corpo inteiro para obagulho@gmail.com. Nós analisaremos todas as milhares de propostas que, com certeza, receberemos e decidiremos, assim, quem é o sortudo a fazer parte do nosso grupinho!
Requisistos: Ser aluno do 2º JOA da Cásper Líbero ou ter a pretensão de se mudar para nossa sala ainda esse bimestre (por causa do trabalho do Fuser). Não ser estranho.
Benefícios: Você vai poder sentar ao nosso lado na sala, conversar com a gente, adicionar no MSN, almoçar todos os dias nos melhores restaurantes da Avenida Paulista e ter seu nome incluso nos nossos tão bem falados trabalhos acadêmicos.
Questionário prático e normal para termos uma melhor noção de seu perfil:
Se você tem um trabalho importantíssimo para entregar, valendo 8 pontos na média, você:
a) Está com ele pronto uma semana antes do prazo de entrega (e revisado pelo Carlos Costa);
b) Fica desesperado e faz na noite anterior;
c) Fica desesperado e mata a primeira aula para fazer no laboratório da faculdade e entregar na segunda aula;
d) Fica desesperado e xinga o João.
Se surge diante de você uma dificuldade diante de uma questão a ser respondida para a prova de História da Arte, você:
a) Isso nunca aconteceria, porque você já leu todo o livro de História da Arte do Gombrich, recomendado pelo professor Jorge Paulino;
b) Pede a prova de alguém do terceiro ano que tirou 10 e muda as palavras;
c) Pergunta para outro amiguinho da sua sala o que ele respondeu e muda as palavras;
d) Entra no MSN com o seu grupo, na noite anterior, e passa a dizer frases encorajadoras do tipo: “Eu sei que vamos conseguir responder essa” ou “a resposta está dentro da gente em algum lugar, basta nos concentrarmos” e, depois, começa com uma frase e pede para cada um continuar com outra, até formarem cinco linhas válidas.
Se você precisa entrevistar alguém para um perfil ou de uma história bonita para um trabalho de jornalismo literário, você:
a) Corre atrás das notícias meses antes do prazo final;
b) Entrevista seu pai ou sua mãe/conta alguma história do seu pai ou da sua mãe;
c) Entrevista algum amiguinho da sua sala;
d) Inventa.
Boa sorte a todos os participantes e que vença o melhor!
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Tags: Ana Luiza Ribeiro, Fordismo Universitário, jornalismo boêmio, O Bagulho Procura, sexo
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